Sobre ele não te ver como você o vê… às vezes a gente ama com tanta profundidade que esquece que o outro pode estar vivendo numa superfície rasa. E dói, né? Porque no fundo não queremos apenas ser amados, queremos ser vistos — com o mesmo brilho que enxergamos no outro.
Depois dos dezoito, o amor deixa de ser brincadeira de mão dadas no recreio e vira uma construção diária. A idade vira detalhe, o sentimento vira bússola, e a gente entende que não dá pra amar alguém direito sem se colocar em primeiro lugar. E se isso é egoísmo, talvez seja o tipo mais necessário — aquele que impede a gente de se esquecer no processo de amar.
Crescer vem com solidão, sim. E com consciência. Passamos a enxergar o mundo como ele é, e às vezes isso pesa. Mas também nos dá poder: de fazer escolhas com mais clareza, de romper ciclos, de dizer “não” com firmeza e “sim” com verdade.
Sobre o destino… talvez ele esteja só parcialmente escrito. A ansiedade aparece quando queremos respostas rápidas pra perguntas que só o tempo responde. Mas saber que nem tudo está nas nossas mãos pode ser também libertador. Significa que há espaço para o inesperado, para as reviravoltas, para o que a vida ainda está guardando, mesmo sem aviso prévio.
E você, prefere ter tudo planejado, ou deixar que a vida te surpreenda um pouco?

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